Scarlett Johansson chegou à sessão de “Tigre de Papel” no Festival de Cinema de Nova York visivelmente exausta — e não escondeu. Vinda direto das filmagens de “Batman: Parte II”, a atriz brincou logo na chegada: “Estou alucinando”. E completou, com ironia: “São 5 da manhã, um ótimo horário para dar entrevista.”
A maratona de gravações da sequência de Matt Reeves já a havia feito perder a première do filme em Cannes, em maio. O estúdio segue sem revelar quem ela interpreta ao lado de Robert Pattinson — uma das maiores incógnitas do projeto.
O filme
“Tigre de Papel” (“Paper Tiger”), novo drama criminal de James Gray, abriu o festival nova-iorquino e confirmou o status de queridinho da temporada. Ambientado no Queens dos anos 1980, acompanha os irmãos Gary (Adam Driver), ex-policial, e Irwin Pearl (Miles Teller), engenheiro, que veem uma chance de negócio lucrativo e acabam arrastados para um esquema da máfia russa. Scarlett vive Hester Pearl, esposa e mãe que fica no meio do perigo.
Uma turnê de aplausos
O longa estreou na competição de Cannes, onde recebeu dez minutos de ovação, e abriu a 50ª Mostra de São Paulo com a presença do diretor. Rodado em 35mm, o filme tem 85% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Tem Brasil na produção
“Tigre de Papel” é uma coprodução entre Estados Unidos, Brasil e Itália, com a RT Features, do produtor Rodrigo Teixeira — o mesmo de “Me Chame Pelo Seu Nome” — entre os responsáveis.
Quando estreia
Nos Estados Unidos, o filme chega em novembro pela Neon. No Brasil, a estreia nos cinemas é em 7 de janeiro de 2027, pela Diamond Films.
