O evento “Rainha de Preto” terminou com uma reviravolta que quase ninguém previu. O novo Rei de Preto nos quadrinhos da Marvel não é nenhum vilão conhecido, e sim o Intruso (Sleeper, no original): o simbionte que já foi o sétimo “filho” de Venom e que sempre teve uma personalidade bem diferente da de seus parentes.
Onde a virada acontece
A revelação se espalha por três revistas lançadas em 1º de outubro de 2026:
- Queen in Black #5, de Al Ewing, Iban Coello e Paco Medina;
- Venom #262, de Al Ewing e Carlos Gomez;
- Queen in Black: Venom Unchained #3, de Charles Soule, Juanan Ramirez e Jethro Morales.
O plano do Intruso
O desfecho mostra que o Intruso agiu nas sombras desde o início. Primeiro, teria manipulado Eddie Brock para que ele chamasse Venom de volta, enquanto Mary Jane estava ligada ao simbionte. Quando Venom deixou Mary Jane e voltou para Eddie, o Intruso assumiu o controle.
Na cena final de Queen in Black #5, ele revela a Knull que roubou o poder de Dylan Brock e o usou para convocar um exército a seu serviço — tudo isso na sua habitual forma de gato.

A queda de Knull
Knull, o deus dos simbiontes, foi derrotado graças a Mary Jane, que o atingiu liberando sobre ele os pensamentos de todos os humanos. Enfraquecido, o vilão deixou o trono vago para o Intruso. Mary Jane, por sua vez, foi curada e não está mais ligada a Venom, e Eddie e o simbionte voltaram a formar a dupla clássica.
Por que a escolha faz sentido
Em janeiro, a Marvel havia estabelecido que Knull ressurge sempre que o trono do Rei de Preto fica vazio. Com um novo ocupante, essa regra pode ganhar outro significado. Tirar um personagem secundário da cartola e transformá-lo em ameaça central é uma forma de renovar a mitologia sem repetir fórmulas. Agora, a editora precisa mostrar o que significa um Rei de Preto sem Knull — e o que o exército do Intruso pretende fazer.
