Godzilla Minus Zero: primeiras reações falam em obra-prima e críticos às lágrimas

Filme de monstro que faz crítico chorar não é coisa que se vê todo dia. “Godzilla Minus Zero”, continuação do vencedor do Oscar “Godzilla Minus One” (2023), teve sua estreia mundial em 26 de setembro, no Festival de Cinema de Nova York, e as primeiras reações são quase unânimes. O longa de Takashi Yamazaki chega aos cinemas brasileiros em 5 de novembro.

Emoção à flor da pele

Hoai-Tran Bui, do Inverse, descreveu uma sessão intensa, com aplausos quando o tema clássico da criatura começou a tocar:

“Eu chorei, fiquei sem fôlego e, quando o tema principal do Godzilla tocou, aplaudi.”

— Hoai-Tran Bui, do Inverse

Amy Kim, do podcast Next Best Picture, foi na mesma direção: o filme a “reduziu a uma pessoa aos prantos”.

Melhor que o anterior?

Para alguns críticos, sim. David Ehrlich não hesitou em colocar a sequência acima do original, que levou o Oscar de efeitos visuais:

“É melhor do que Godzilla Minus One em quase todos os aspectos.”

— David Ehrlich

Eric Francisco, da Esquire, chamou o longa de “mais uma obra-prima de Takashi Yamazaki”, e Jeremy Mathai, do /Film, o definiu como “um deleite visual e uma maravilha técnica”. Vários críticos recomendaram assistir em IMAX ou Dolby.

Godzilla em Godzilla Minus Zero
Godzilla Minus Zero – Divulgação / Toho

1949, Tóquio e Nova York

A trama se passa em 1949, dois anos após o primeiro filme, e acompanha a família Shikishima diante de uma nova catástrofe que ameaça Tóquio e Nova York. Ryunosuke Kamiki, Minami Hamabe e Miō Tanaka retornam ao elenco. A produção é apontada como o primeiro filme japonês rodado para IMAX.

O Godzilla japonês em alta

A recepção consolida o caminho da Toho fora do MonsterVerso americano e mostra que produções enxutas e ambiciosas podem competir com os grandes blockbusters. Para os fãs, a promessa é a combinação que fez o sucesso de “Minus One”: drama humano de verdade em meio à destruição em grande escala.

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